sexta-feira, 22 de abril de 2011

Nunca mais

As vezes precisamos dizer NUNCA MAIS! Dói um pouco, mas nos fortalece para sairmos das situações que nos incomodam e não nos acrescentam nada. Não é facil porque tudo que envolve sentimento é muito dolorido. Mas é necessário!

Chega um momento que tudo fica tão claro, tão evidente, que começamos a nos questionar. Não adianta se enganar, porque a vida se encarrega de jogar na sua cara momentos - como um filme que as cenas ficam na sua mente.

Então você se ver sozinha, e pergunta: Valeu a pena?

Quanto tempo perdido, quantas emoções não se viveu porque o coração estava preso a algo tão sem sentido. O amor é tão lindo! Tão puro, que merece uma história mais bem contada, com começo meio e fim.

Portanto não negue a você um novo amor, permita-se ser feliz. Não queira que seus dias seja de tristeza e incertezas. Se você perceber que alguém te faz mais infeliz que feliz, é o momento de repensar esta relação. A vida é tão curta.

Aproveite a vida e seja feliz. Esta é a hora, este é o momento! Seja feliz!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

All I Want Is You (U2)

You say you want diamonds on a ring of gold
You say you want your story to remain untold.
But All the promises we make
From the cradle to the grave
When all I want is you.


You say you'll give me a highway with no-one on it
Treasure, just to look upon it
All the riches in the night.


You say you'll give me eyes in the moon of blindness
A river in a time of dryness
A harbour in the tempest.
But All the promises we make, from the cradle to the grave
When all I want is you.


You say you want your love to work out right
To last with me through the night.


You say you want diamonds on a ring of gold
Your story to remain untold
Your love not to grow cold.
All the promises we break, from the cradle to the grave
When all I want is you.

Show ao vivo do U2 em São Paulo, direto do site terra, é tudo que tenho no momento. E Bonno, meu Deus que incrível!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Cultivo de dendê na Amazônia gera polêmica


Planta atrai investidores e ambientalistas temem desequilíbrio na fauna


Quando se fala em dendê, o que vem à cabeça é comida baiana, mas o panorama atual da oleaginosa é outro. A planta tem atraído investidores nacionais e estrangeiros que visam o mercado de biodiesel, o que pode causar mais problemas ecológicos

O dendê é a principal fonte mundial de óleo vegetal e superou a produção da soja há mais de três anos. Interessados aguardam a alteração do Código Florestal que permitirá a recuperação obrigatória das reservas na Amazônia. São cerca de 70 milhões de hectares de áreas degradadas da região passíveis de serem utilizadas para o cultivo do dendê.

Depois de cultivada, a planta é explorada por décadas sem necessidade de preparo da terra, proporcionando cobertura permanente do solo e evitando o impacto direto das intensas chuvas que provocam erosão e a lavagem do solo pelas enxurradas das águas. Quando ocorre o processo erosivo, sedimentos são carregados para outras áreas, extraindo nutrientes do solo, deixando-o mais pobre. Esse fenômeno é conhecido como lixiviação.

Quem não vê com bons olhos este projeto de alteração do Código Florestal são ambientalistas e movimentos sociais, que o apelidaram de "Floresta Zero", por considerarem que sua aprovação diminuiria a reserva legal e fortaleceria a exploração predatória.

Desde a década de 90, com a valorização do dendê no mercado mundial, uma catástrofe ambiental e social abateu-se na Indonésia, Malásia e em outros países asiáticos, onde extensas áreas de florestas foram substituídas pela planta e milhares de pequenos agricultores acabaram expulsos de suas terras.

Segundo Ricardo Lopes, engenheiro da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) na Amazônia, existe a preocupação de a expansão dessa cultura incentivar o desmatamento. Por outro lado, apenas com a recuperação de parte do território condenado é possível atender a demanda regional e até mesmo nacional.

O engenheiro ressalta ainda que a expansão da plantação não ocorrerá em escala alarmante, já que hoje existem apenas 60 mil hectares plantados atualmente. Aumentar essa área em cinco ou seis vezes, ou seja, atingir 300.000 hectares de plantio, faria o Brasil alcançar área semelhante a todo plantio de dendê da colômbia, mas ainda assim representaria menos de 1% da área já desmatada da Amazônia.


área desmatada na Amazônia - Foto: Google


Para se chegar a esses números, no entanto, será necessário muito investimento do governo e da iniciativa privada. As barreiras para a expansão são: falta de sementes, de infra estrutura, mão de obra e legislação que limita o uso de 20% da área, entre outros fatores. "Por isso ainda não existe possibilidade do dendê tornar-se vilão do desmatamento da Amazônia", garante Lopes.

Já para o pesquisador e professor do departamento de Ciências Biológicas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) Flávio Gandara, o maior problema é o cultivo do dendê em forma de monocultura. O cultivo de uma espécie em ambientes de alta biodiversidade produz impactos negativos especialmente sobre a fauna: Os animais que não se alimentam da planta desapareceriam, explica o pesquisador.

Outra ameaça é a adubação química dos dendezais. Cada palmeira de dendê demanda em em média seis quilos de adubo por ano para manter a produtividade rentável – as aplicações aumentam à medida que ela envelhece, exaurindo o solo. As chuvas levam os adubos para dentro dos rios, podendo causar descontrole na proliferação de algas e , consequentemente, desequilíbrio ecológico, como a morte de peixes.

Mais sobre este assunto.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A reinseção da terceira idade no mercado de trabalho

Com a longevidade, adultos com mais de 60 anos vão à luta, buscando seu espaço produzindo e se tornando indispensáveis

Otto Von Bismarck, um senhor de 58 anos, conhecido como o "chanceler de ferro", estadista mais importante da Alemanha do século 19, inventou a aposentadoria, ou seja, determinou que uma pessoa com mais de 60 anos fosse velha.

Só que naquela época menos de 3% da população chegava a esta idade. Hoje, a Organização Mundial da Saúde (OMS), reconsiderou que a idade determinante para a velhice, de 65 anos fosse elevada para 75, em função de estudos e levantamentos estatísticos mundiais, que atestaram o aumento progressivo da longevidade.

Muita coisa mudou para o indivíduo da terceira idade que hoje é cada vez mais requisitado no mercado de trabalho, e os velhos cabelos brancos nem sempre significam aposentadoria.

Um dos cargos para os quais as empresas, principalmente de contabilidade, despachantes e advocacia, cada vez contratam mais é o de "office old", ou seja, "office velho". São muitos os fatores que contribuem para isso. Um deles é a fila de banco, com atendimento preferencial garantido pelo estatuto do idoso, as empresas ganham no tempo, pois os pagamentos são feitos mais rapidamente.

E não para por aí. Os "velhinhos" da melhor idade adaptaram-se à nova realidade, e muitos deles retornaram à faculdade. Em São Paulo, a Universidade Aberta à Terceira Idade (nome dado ao programa com cursos de atualização oferecido pelas universidades à população com mais de 60 anos) oferece cursos de reciclagem e de graduação. Eles são ministrados na PUC-SP, USP, ESALQ-USP, UNESP e muitas outras.

Um exemplo dessa nova postura do idoso é Neusa Maria de Oliveira, uma senhora de 64 anos que trabalha como telefonista em uma empresa de Segurança e Medicina do Trabalho. Além da carga horária diária, dona Neuza, como gosta de ser chamada, ainda encontra tempo e disposição para trabalhar como voluntária no Instituto Fraternal de Laboterapia (entidade que cuida de dependentes de álcool), na Federação Espírita e no Hospital Pirapitingui, na cidade de Itú, interior paulista, que frequenta há 30 anos O segredo de dona Neuza? Ela diz que é a fé, "sem ela não se consegue nada".




D.Neuza - Foto: Léia Lima
 
                                                                            
Segundo estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no censo de 2000, o número de idosos era cerca de 15 milhões. As estimativas para os próximos 20 anos indicam que a população idosa poderá ultrapassar os 30 milhões, chegando a representar quase 13 % da população. Hoje, os idosos representam aproximadamente 8,6% da população. Só em São Paulo são 3 milhões, 8% dos paulistanos.


Matérias da época de faculdade

Hoje bateu uma nostalgia... uma saudade da época em que eu escrevia matérias na faculdade.

Selecionei duas reportagens, tenho certeza quem ler a primeira vai se apaixonar por esta pessoa incrível que inspirou-me a falar sobre idosos - D. Neuza. 


A segunda matéria tem um pouco das minhas raízes, já que sou baiana e o tema central é o azeite de dendê.


Espero que vocês gostem e apreciem a leitura.


Abraços,

domingo, 3 de abril de 2011

Onde está meu amor?


Como diz a música do Lobão: "Chove lá fora, e aqui faz tanto frio, me dá vontade de saber, aonde está você? Me telefona, me chama, me chama, me chama...". Será que o amor precisa de tantas interrogações assim? Será que os poetas são as pessoas certas para falar desse tema já que escrevem tão lindamente, mas nas entrelinhas? Alguém já ouviu falar de algum poeta que viveu feliz ao lado de seu amor? Eu não!

O nosso destino é feito das decisões que tomamos. Sejam elas, certas ou erradas. A nós cabe o livre arbítrio. Porque é tão difícil decidir qual o caminho melhor?

Somos cheios de arrogância, orgulho e vaidade, mas no fundo o que queremos mesmo é ser feliz, amado, acariciado e acima de tudo ser importante na vida de alguém.

Ser feliz é fazer do momento um inesquecível encontro de amor, seja ele com a pessoa amada ou com alguém que como você, só quer um pouco de carinho.

sábado, 2 de abril de 2011

APRESENTAÇÃO

Estou bem feliz com meu blog. 

Relutei muito em criar um talvez por medo de cair na mesmice ou quem sabe me perder nas idéias.

Pensei muito e aqui estou.


Vou usar este espaço para falar de assuntos diversos numa linguagem simples, mas que possa mecher com a cabeça do leitor. 


Por aqui estarei esperando sua opinião, sugestão e crítica. Sempre!